mess around

não sintas saudades, nao vale a pena. esquece-te de sentir, é inútil. não queres correr o mundo em 7 dias? vai, sozinho.
espera só que eu chegue, para te assegurares que nunca mais parto. ]




quer-me cá parecer que só nos voltamos a ver daqui a uns quantos dias.

time to pretend


Não podes querer o que nunca tiveste. Acordar um dia e acreditar no que nunca pensaste, dizer o que sempre quiseste, calar-te quando devias. Não acontece teres o que queres, acontece acabares por querer o que tens, invariavelmente.
É confortável: não podes imaginar o que nunca viste, nem ver o que nunca imaginaste. Limitas-te a ti, àquilo que toleras, ao que és e ao que tens à tua volta. Não te dás a mais nada, mais nada se entrega a ti. Não queres nada, não pensas nem sentes nem imaginas nem procuras nem tentas nem vês ou observas. (De)limitas-te.


criatura da noite




« quero ver os peixes a bailar e as ideias a gritar, quero voar para até ver o mar pegar fogo
e tipo incendiar até a luz, a luz me cegar
e eu voltar pró meu lugar »

happiness is a warm gun

basic space

que se lixe. (tu mesmo, sem sentido nenhum, para ninguém perceber, nem eu mesma, para nos perdermos, nas palavras, nos caminhos, no mundo, nas conversas, nos passos desiorentados, nos escuros dias e no branco da noite)
vamos dançar.


dog days are over

que furacão.
Florence and the Machine - Aula Magna, 16 de Março'10
fotografia por pinguim encardido


« Florence Welch é uma fonte de contradições. É forte e no entanto cheia de medos, é apaixonada e ao mesmo tempo um novelo de nervos, tem um lado negro que se opõe a uma alegria intensamente pura. Acima de tudo, é isso mesmo quando canta: intensa.»
Dif Magazine 69

please please please let me get what i want

Sim, comigo está tudo bem.
Não fosse a consciência pesada, a insatisfação que não cessa, que justifica tudo. Todos os dias tento justificar-me com desculpas sem sentido, que digo e ninguém refuta. Parece-me que ninguém ouve o que eu digo, que não há ninguém disposto a olhar para o que eu faço, porque o faço de prepósito. Sim, por aqui esta tudo a correr bem. Corro porque quero e não consigo, porque olho e estou no deserto. Ou no fundo do oceano, ou na selva profunda, num apartamento vazio. Já gritei e já parti janelas e portas e paredes e pessoas. Destruí tudo e mesmo assim não há corpo, nú, vestido, teu, de alguém vivo, morto, que me suporte. Que me leve com o vento e me pegue ao colo até ao fim, onde não quero chegar sozinha.
E contigo, tudo bem?

reality

é isso mesmo.

(seth cohen rocks or what?)

desde 24 de Janeiro/2011

Com tecnologia do Blogger.