time to pretend


Não podes querer o que nunca tiveste. Acordar um dia e acreditar no que nunca pensaste, dizer o que sempre quiseste, calar-te quando devias. Não acontece teres o que queres, acontece acabares por querer o que tens, invariavelmente.
É confortável: não podes imaginar o que nunca viste, nem ver o que nunca imaginaste. Limitas-te a ti, àquilo que toleras, ao que és e ao que tens à tua volta. Não te dás a mais nada, mais nada se entrega a ti. Não queres nada, não pensas nem sentes nem imaginas nem procuras nem tentas nem vês ou observas. (De)limitas-te.


3 comentários:

penso rápido disse...

Fabuloso.Estás certissima
beijinhos

victinho disse...

Concordo completamente com este pensamento...
Fantastico
Beijokitas
vicitnho

Zuza disse...

A ignorância é tão mais saudável do que se imagina. Com ela não há saudades. E angústia.

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