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passas à minha porta e nem sequer precisas de tocar à campainha. entro no carro, ligas a ignição, o chaço velho mostra-se vergonhoso. a estrada faz-se a ti e a velocidade é indiferente, a música que toca agora entre nós é muito mais importante. a disucussão tornou-se ensurdecedora e demasiado frequente - os ritmos e as palavras perderam o controlo e nós perdemos a cabeça.
sabes o caminho para o apartamento mal arrendado, fechas as janelas porque as vozes da rua fazem-me espancar-te, desligas o rádio. agora quem se faz ouvir és tu.
tu sais,resolvemo-nos.

algures no ano de 2009

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